Novo varejo, sem tirar o olho do essencial.

Da série – Vamos pensar juntos?

Tema de hoje – Novo varejo, sem tirar o olho do essencial.


Nos últimos meses o varejo teve sua constante transformação intensificada ou anabolizada (ouvi isso numa live e achei engraçado).


As ferramentas digitais evoluíram muito e foram impulsionadas pela necessidade de buscar novas e/ou mais eficientes formas de vender. Já vinham se colocando como uma realidade antes da pandemia, mas nos últimos meses fincaram bandeira no ecossistema do comércio. O movimento em direção à “omni-canalidade” se acentuou e novas soluções e tecnologias avançam diariamente.


Reflito sobre isso e me pergunto: Para onde precisamos olhar para criar as melhores práticas e experiências nesse momento?


A resposta principal que chego é: buscando aquilo que é essencial.

Relacionamento, identificação, pertencimento e valor. E como desdobramento dessas premissas, listo:

. Lojas como ponto de encontro;

. Vendedor como consultor ou amigo.

. Proximidade no relacionamento (pós-venda, principalmente).

. Trocas justas e simples.

Muito familiar? Essas características são as motivadoras da base do comércio de antes, de hoje e acredito que de sempre. Um tanto óbvio, certo? Mas, acredite, essas são diretrizes essenciais para nos guiar.


A transformação que estamos vivendo leva a assinatura dos canais de comunicação.

Hoje não é necessário investir altos valores em off-line, televisão ou revistas para atingir um % pequeno de pessoas que possam se interessar por sua marca. Falar sem saber se está sendo ouvido ou, mais importante, como está sendo interpretado.


As redes sociais, canais digitais e as maravilhosas ferramentas tecnológicas, apresentam novas possibilidades de alcançar os consumidores e estabelecer uma troca de mão dupla. Libertaram a comunicação da via massificada e permitem uma conexão com mais pessoalidade.

Mas e as lojas físicas, como ficam?


Agora que as marcas têm a possibilidade aumentar os pontos, o tempo e a frequência do contato com seus clientes, elas podem estar mais próximas dos seus consumidores e identificar com mais precisão o que esperam, ajustando o tom de voz, o conteúdo e descobrindo novas formas de gerar valor para seus consumidores. Mais do que oferecer os produtos de qualidade, podem participar do dia a dia das pessoas e convidá-las a fazer parte da marca também.


A loja física é o lugar onde a relação se consolida, onde fechamos o círculo e podemos criar vínculos emocionais e memórias.

É o lugar para viver experiências imersivas e estreitar o relacionamento. Onde podemos olhar no olho e encantar através dos sentidos. Como antes, só que ainda melhor.

Estamos em constante mudança, em constante transformação e ressignificação. As ferramentas de comunicação mudam, a velocidade das mudanças se intensifica, os produtos e serviços evoluem. O que não muda é o essencial, o que é inerente a nós, seres humanos - nos relacionar, pertencer, trocar. Os aspectos físico e social fazem parte da condição humana e precisamos deles para alcançar o essencial.


Buscar novas soluções, se atentar para as inovações é importante, sempre! Mas siga em frente sem tirar o olho do que é essencial. Isso vai te ajudar a dedicar esforços na direção certa.

Conte comigo para te ajudar a fazer as perguntas, testar respostas e a encontrar o espaço ideal para sua marca e consumidores. Vamos conversar e pensar juntos?


Abraços e até a próxima!

Tati Gonçalves

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